Museu (In)Visível - Jogos de Tabuleiro
De 9 de junho a 7 de julho, o Museu (In)Visível convida o público a descobrir o universo dos jogos na exposição “Jogos de Tabuleiro”.
Neste mês celebra-se o Dia da Criança. Este dia foi proclamado, em 1925, durante a Conferência Mundial para o Bem-Estar da Criança, em Genebra. Não sendo este o único dia que celebra a criança, o importante não era o dia em que se devia comemorar o Dia da Criança, mas sim que cada país considerasse a discussão sobre os seus direitos, colocando-os no centro das atenções e celebrando o seu futuro. Assim, este dia foi adaptado à realidade de cada país, sendo hoje celebrado em diferentes datas em todo o mundo.
O “jogo”, como atividade lúdica submetida a regras que estabelecem quem vence e quem perde, poderá existir desde as primeiras sociedades neolíticas, como sugerem alguns achados arqueológicos, nomeadamente fragmentos de tabuleiros encontrados na Jordânia e no Irão.
Em Portugal, a prática lúdica dos jogos de tabuleiro remonta à época da ocupação romana. Jogos como o Ludus Latrunculorum (ou Jogo do Soldado) e a Tabula (Duodecim Scripta ou Jogo das Doze Linhas), ambos de origem romana, bem como o Jogo do Moinho e o Alquerque (ou Alguergue), praticados desde o Antigo Egito, aparecem riscados em ruas e monumentos por todo o país.
Na era industrial, surgiram, em todo o mundo, as primeiras empresas dedicadas à produção de jogos de tabuleiro. Em Portugal, o impulso deu-se em 1939, com a fundação da Majora, no Porto, inicialmente dedicada à cartonagem e, mais tarde, ao fabrico de jogos infantis, sendo o seu primeiro jogo de tabuleiro foi o Pontapé ao Goal.
A mostra contará com jogos de tabuleiro de temáticas diversas, doados ao Museu da Horta, em 2022, e que integram a coleção Herdeiros Herberto Dart.
Toda a comunidade é convidada a visitar esta exposição.
Ao final do mês, será anunciada a temática da próxima montra do Museu (In)Visível, prevista para julho de 2026.

